Uma mulher, que teve sua identidade preservada, acusou um policial militar de importunação sexual durante o atendimento para registro de um boletim de ocorrência (B.O.) na Delegacia Especializada de Violência Doméstica e Sexual Contra a Mulher, na noite do último sábado, dia 11 de janeiro. Segundo o B.O., o caso ocorreu enquanto ela denunciava o próprio marido por violência doméstica.
Conforme o registro, a mulher estava bêbada e bastante alterada no momento do atendimento. Ainda segundo o boletim, ela afirmou trabalhar com prostituição e atuações sexuais, utilizando palavras de baixo calão durante a confecção do documento, dizendo frases como que “dava c*” e que “dava a bucet*”.
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Em determinado momento, de acordo com o relato, os policiais que acompanhavam o atendimento teriam saído da sala, permanecendo apenas o boletinista. Foi então que, segundo a mulher, o servidor teria feito uma abordagem de cunho sexual.
Ainda conforme o BO, o policial teria perguntado se ela “queria pegar”. A mulher afirma que questionou “pegar o quê?”, momento em que o boletinista teria baixado a calça, mostrado o pênis e dito: “Você quer dar uma mamada?”.
A mulher relatou que a situação só foi interrompida quando outro policial entrou na sala, encerrando o episódio.
Na versão apresentada no boletim, o policial negou a acusação e afirmou que em nenhum momento permaneceu sozinho com a mulher durante o atendimento, negando qualquer conduta de cunho sexual.
O caso foi registrado oficialmente e segue sob investigação, para apurar as circunstâncias e confrontar as versões apresentadas.
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