Da Redação/PowerMix
Sorriso/MT
A designer de cílios Graziela Cristina da Silva Alves, 18 anos, assassinada nessa quinta-feira (15) em um conjunto de quitinetes, em Sorriso/MT, foi morta após se negar a entregar a localização do namorado, supostamente integrante de uma facção rival. Conforme informações do delegado Bruno França, responsável pelo caso, a suposta motivação foi confirmada por um dos indivíduos envolvidos na execução, preso na tarde de quinta-feira (15).
“O rapaz que está preso aqui confessou integralmente o crime e deu detalhes da situação. Só que a gente já tinha ciência disso. A investigação já havia levantado as imagens de câmeras, bem como ouvido testemunhas”, explicou França.
Segundo revelado pelo criminoso, inicialmente os suspeitos teriam ido até a casa da jovem para torturá-la, para que ela entregasse o namorado, supostamente apontado como integrante de uma facção que teria retaliado os criminosos dias antes.
“Segundo ele, eles foram lá para torturar a menina, para que ela entregasse o namoradinho dela, que é de uma facção rival, a qual realizou um ataque contra eles há alguns dias”, afirmou o delegado.
A execução, no entanto, ocorreu após Graziela, mesmo sob ameaça e na frente dos irmãos, se negar a entregar o companheiro. “A moça não entregou, e eles a mataram a sangue-frio”, completou.
Além da designer, houve outro assassinato em Sorriso/MT com diferença de menos de 12 horas. Na outra ocorrência, Adriano Conceição Santos, 21 anos, foi executado a tiros na própria barbearia. Segundo o delegado, as execuções envolvem o mesmo grupo criminoso.
“A Polícia Civil, com a Polícia Militar, conseguiu identificar um suspeito no crime da menina e apreender a moto usada no homicídio do barbeiro. Nesse momento, percebemos que se tratava do mesmo núcleo de criminosos. A Polícia Civil prendeu um envolvido na morte da menina, e a Polícia Militar prendeu um envolvido na morte do barbeiro”, declarou Bruno França.
Entenda o caso
Graziela Cristina foi morta durante a madrugada, após ter a casa invadida por três homens. Ela estava acompanhada dos três irmãos, todos menores de idade. Os suspeitos colocaram as vítimas em um quarto e realizaram uma chamada de vídeo.
Em seguida, Graziela foi levada para outro cômodo — sala/cozinha —, onde teve o pescoço perfurado. Ela morreu ainda no local.
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