O Brasil se consolidou como o maior produtor mundial de carne bovina em 2026, com a exportação de material genético de elite como um dos pilares desse sucesso.
Através da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ Jovem), a nova geração de pecuaristas tem impulsionado a internacionalização do Zebu brasileiro, destacando-se na venda de sêmen e embriões, inclusive para a Índia, berço das raças zebuínas.
Em entrevista ao Giro do Boi, Gustavo Pinheiro Machado, diretor internacional da ABCZ Jovem, afirmou que o fortalecimento da presença mundial do Brasil depende da sucessão familiar e da capacitação técnica dos herdeiros. “É fundamental que a nova geração mantenha o legado de décadas de seleção”, declarou.
Confira:
Capacitação e engajamento dos jovens
A ABCZ Jovem atua para engajar os jovens e evitar o êxodo rural, uma vez que pouco mais de 23% dos pecuaristas brasileiros possuem mais de 65 anos. A iniciativa visa preparar os sucessores para gerir as propriedades com competência empresarial. Inspirada no modelo americano, a entidade pretende abrir espaço para que crianças e adolescentes se associem desde cedo.
O foco não se limita apenas a quem vem da área agrária; estudantes de áreas como Economia, Direito e Engenharia também são atraídos para o setor, refletindo a necessidade de uma visão global no agronegócio moderno.
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Internacionalização e capacitação digital
Um ponto central na internacionalização defendida pela ABCZ Jovem é o resgate do padrão racial. Gustavo destacou que a genética brasileira conquistou o mundo pela combinação entre números e o “olho” do selecionador. Para difundir a técnica brasileira, a entidade apoia iniciativas de capacitação digital, como o curso de Morfologia Nelore, permitindo que pecuaristas de países como México e Venezuela aprendam a avaliar o padrão racial brasileiro via internet.
Com mais de 80% do rebanho composto por zebuínos, principalmente Nelore, o Brasil é reconhecido pela qualidade, sustentabilidade e competitividade de sua carne. A base desse crescimento se encontra na genética do Nelore, que se adapta bem ao clima tropical e é cada vez mais valorizada no mercado internacional.
Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.
Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.
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