O presidente da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), Marcelo Freixo, chegou à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) para acompanhar o julgamento dos acusados de mandar matar a ex-vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.
Marielle foi assessora de Freixo antes de ser eleita vereadora, em 2016. A ex-vereadora atuou no gabinete do então deputado estadual nas investigações da CPI das Milícias, da qual Freixo foi presidente.
O ex-deputado federal optou por não conversar com a imprensa, mas fez questão de cumprimentar todos os familiares de Marielle.
Antes do julgamento, a irmã de Marielle, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, afirmou que é um momento bastante difícil, mas que o julgamento serve para dar uma resposta ao Brasil e ao mundo.
“Nenhum crime deveria ficar impune no Brasil. Essa resposta que pode sair daqui do STF é para a democracia. É para aquelas pessoas que acham que juntar política com milícia e, infelizmente, com pessoas que estavam ali para servir o país — e que possivelmente estavam armando contra a vida deles [das vítimas] —, é para que se sirva de exemplo para que nenhum crime mereça ficar impune. Acharam que o corpo da minha irmã seria um corpo descartável”, disse Anielle.























