Sinop, 26/02/2026 00:03

““Eu nasci do prazer, não foi de est…, não. Vai pra porra

Nota na íntegra

“Diante das recentes repercussões acerca das declarações da participante Solange Couto em discussão com a participante Samira, faz-se necessária o restabelecimento da verdade dos fatos, afim de se afastar interpretações distorcidas e criadas com o único intuito de dar nova conotação com o que fora verdadeiramente dito pela participante.

A fala de Solange, “Eu nasci do prazer, não nasci do estupro. A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”, deve ser decomposta e compreendida em suas duas partes distintas, conforme explicitado.

Primeiramente, a participante Solange Couto inicia sua manifestação com a afirmação categórica: “Eu nasci do prazer, não nasci do estupro.” Esta é uma declaração de caráter pessoal e intransferível, na qual Solange se refere exclusivamente a si mesma.

Trata-se de uma reafirmação de sua própria origem, expressando o carinho e o amor com que foi concebida por seus pais, não havendo, neste trecho, qualquer referência ou insinuação à participante Samira, haja vista que, a colocação é uma delimitação de sua própria identidade e concepção.

Em um segundo momento, e aí sim, dirigindo-se à participante Samira e em continuidade à discussão, Solange completa sua fala com a seguinte fala: “A pessoa quando é infeliz assim, é infeliz assim porque deve ter nascido de uma trepada mal dada.”

É crucial observar que, neste ponto, Solange Couto se refere à Samira qualificando-a APENAS como “infeliz”. A posterior conjectura “porque deve ter nascido de uma trepada mal dada”, é apresentada como uma especulação de causa para a infelicidade, utilizando um termo grosseiro, mas que não faz nenhuma menção à palavra “estupro”, conforme aludido.

É fundamental sublinhar que, em nenhum instante de sua fala, Solange Couto atribui a Samira a condição de “fruto de estupro”. A conexão da palavra “estupro” foi feita pela própria Solange em referência à sua própria concepção, para, em seguida, caracterizar Samira como “infeliz” e conjecturar, de forma generalizada e questionável (DEVE), sobre as possíveis origens de sua suposta infelicidade, utilizando a expressão popular “trepada mal dada”.”

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