Sinop, 05/02/2026 00:33

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Vídeo de onças trocando lambeijos revelam amor materno no Pantanal

Uma cena encantadora foi registrada recentemente no Pantanal: a onça-pintada Gatuna foi flagrada brincando com seu filhote Poggi, demonstrando o forte vínculo entre mãe e cria. Conheça as onças-pintadas que são exemplo de maternidade e desempenham um papel vital na sobrevivência da espécie.

Gatuna com o pequeno Poggi (Foto: Reprodução/OnçaFari)

O vídeo de Gatuna e Poggi, realizado pelo fotógrafo Lucas Morgado, a dupla se diverte juntinha. Após momentos de diversão, Poggi resolve retribuir o carinho e dá um “banho” de língua em sua mãe, um comportamento comum entre os felinos para reforçar laços afetivos.

Esses felinos são monitorados por pesquisadores, que acompanham sua rotina e o desenvolvimento de seus filhotes.

Atualmente, na Base Caiman Pantanal, quatro fêmeas dedicadas cuidam de suas crias, preparando-as para a vida selvagem.

A gestação das onças-pintadas dura entre 93 e 110 dias, e cada ninhada pode ter de um a quatro filhotes. No entanto, registros indicam que a média mais comum é de um a dois filhotes por vez.

As mães assumem sozinhas a criação dos filhotes, garantindo sua proteção e ensinando-os a caçar. Esse aprendizado dura cerca de um ano e meio, quando os jovens começam a buscar seu próprio território.

Os machos geralmente se afastam mais cedo, evitando a endogamia e ampliando a distribuição da espécie.

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Conheça as quatro onças e seus filhotes no Pantanal:

Kwara, que cuida de sua filhote Laura

Kwara com a pequena Laura (Foto: Reprodução/OnçaFari)
Kwara com a pequena Laura (Foto: Reprodução/OnçaFari)

Surya, que protege a pequena Dakari

Surya com sua filhote Dakari (Foto: Reprodução/OnçaFari)
Surya com sua filhote Dakari (Foto: Reprodução/OnçaFari)

Gatuna, mãe do filhote Poggi

Aroeira, que deu à luz dois filhotes ainda sem nome

Aroeira com dois filhotes (Foto: Reprodução/OnçaFari)
Aroeira com dois filhotes (Foto: Reprodução/OnçaFari)

A Ong OnçaFari trabalha para proteger esses animais e promover a coexistência harmoniosa entre a fauna selvagem e as atividades humanas. As onças-mães são símbolos da resiliência da natureza e do futuro da espécie no Pantanal.

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