Uma cena encantadora foi registrada recentemente no Pantanal: a onça-pintada Gatuna foi flagrada brincando com seu filhote Poggi, demonstrando o forte vínculo entre mãe e cria. Conheça as onças-pintadas que são exemplo de maternidade e desempenham um papel vital na sobrevivência da espécie.
O vídeo de Gatuna e Poggi, realizado pelo fotógrafo Lucas Morgado, a dupla se diverte juntinha. Após momentos de diversão, Poggi resolve retribuir o carinho e dá um “banho” de língua em sua mãe, um comportamento comum entre os felinos para reforçar laços afetivos.
Esses felinos são monitorados por pesquisadores, que acompanham sua rotina e o desenvolvimento de seus filhotes.
Atualmente, na Base Caiman Pantanal, quatro fêmeas dedicadas cuidam de suas crias, preparando-as para a vida selvagem.
A gestação das onças-pintadas dura entre 93 e 110 dias, e cada ninhada pode ter de um a quatro filhotes. No entanto, registros indicam que a média mais comum é de um a dois filhotes por vez.
As mães assumem sozinhas a criação dos filhotes, garantindo sua proteção e ensinando-os a caçar. Esse aprendizado dura cerca de um ano e meio, quando os jovens começam a buscar seu próprio território.
Os machos geralmente se afastam mais cedo, evitando a endogamia e ampliando a distribuição da espécie.
-
Onça oportunista faz festa com “restinho de jacaré” no Pantanal
Conheça as quatro onças e seus filhotes no Pantanal:
Kwara, que cuida de sua filhote Laura

Surya, que protege a pequena Dakari

Gatuna, mãe do filhote Poggi
Aroeira, que deu à luz dois filhotes ainda sem nome

A Ong OnçaFari trabalha para proteger esses animais e promover a coexistência harmoniosa entre a fauna selvagem e as atividades humanas. As onças-mães são símbolos da resiliência da natureza e do futuro da espécie no Pantanal.
Clique aqui para acessar a Fonte da Notícia