O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que, a julgar pelo telefonema que ele presenciou entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente americano, Donald Trump, “o encontro presencial será ainda melhor”. Lula viajou nesta terça-feira à Ásia e é esperado que encontre o dirigente dos Estados Unidos no fim de semana.
Em entrevista à Globonews, Haddad repetiu que o clima do telefonema, ocorrido ao fim de setembro, “foi amistoso muito de partida”, com troca de brincadeiras entre os dois, principalmente em relação às idades de ambos.
Lula, disse o ministro, falou a Trump que tem interesse em discutir qualquer assunto. Haddad citou “moeda e Venezuela” como exemplos do que teria sido mencionado.
O presidente, segundo Haddad, também teria mencionado a questão da suspensão de vistos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo governo americano, mas nem essa pauta, segundo ele, teria dificultado o diálogo por telefone. Haddad também falou que o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro “não foi mencionado de parte nenhuma” durante a conversa.
Ao ser questionado sobre as eleições de 2026, Haddad se limitou a dizer que não é candidato a qualquer cargo do próximo ano.
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