O biólogo já havia visto onças-pintadas antes, tanto no Pantanal quanto na Amazônia, mas nada comparado àquele momento. “Já tive um encontro a pé com uma onça no Pantanal, mas bem menos perto e de coloração pintada. A proximidade dessa onça-preta foi surreal”. Apaixonado pela natureza desde a infância, Bruno conta que o interesse pelos animais começou cedo. “Com poucos anos eu já assistia documentários em fita cassete. Aos 11, saía no sítio dos meus avós atrás de sapos, esquilos, lagartos e outros bichos. Aos 13, comecei a fotografar”, relembra.
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