Thiago Henrique Alves de Oliveira, de 33 anos, conhecido pela alcunha de “Macucu”, que foi preso na segunda-feira, 08 de dezembro, por envolvimento no assassinato de Edson Amaral de Moura, 41 anos, conhecido como “Baleia”, possui uma extensa ficha criminal. Além de crimes de homicídio, o criminoso – considerado uma grande liderança da facção Comando Vermelho -, já foi investigado por envolvimento no roubo de 10 agências bancárias, em Mato Grosso.
A reportagem apurou, que em 2016 Thiago e mais um comparsa realizaram uma série de roubos em agências do Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) nas cidades de Primavera do Leste, Sorriso (duas agências diferentes), Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Vera e Barra do Bugres, além de uma casa lotérica da cidade de Tapurah.
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Na época, estima-se que eles levaram mais de R$ 1 milhão dos estabelecimentos financeiros. Em novembro daquele ano a dupla foi presa em uma casa no bairro Jardim Jockey Club, região do Coxipó, em Cuiabá. Em depoimento, eles confessaram os crimes.
Atualmente, Thiago havia assumido o posto de “dono da quebrada” deixado por Gilmar Machado da Costa, conhecido pela alcunha de “Gilmarzinho”, que morreu em março deste ano, durante a Operação Acqua Ilícita deflagrada pelo Gaeco.
Thiago teve o mandado de prisão cumprido quando desembarcava de um avião, que veio de Natal (RN) no Aeroportl Marechal Rondon, em Cuiabá. Na abordagem, ele tentou quebrar o aparelho celular, mas sem sucesso.
Ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Com ele, os policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), apreenderam seis aparelhos celulares e R$ 10 mil em dinheiro.
Em depoimento, realizado na manhã desta terça-feira, 09 de dezembro, ele negou envolvimento no assassinato. Após interrogatório, ele foi encaminhado para audiência de custóida.
Outros homicídios
Além de envolvimento no assassinato de Baleia, Thiago é investigado por envolvimento nas mortes de Alberto Pereira Santos, de 40 anos, e seu enteado, Hendrew Felipe Araujo da Silva, de 24, ocorridos no dia 22 de setembro, em Cuiabá.
As investigações da DHPP apontaram que as três mortes tiveram ligação com a facção a qual ele pertence.
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