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Contador que ostentava vida de luxo é preso por esquema milionário de fraudes eletrônicas

O contador Eduardo Martins foi um dos alvos da Operação Domínio Fantasma deflagrada na manhã desta terça-feira, 11 de novembro, que visa desarticular um esquema milionário especializado em fraudes eletrônicas e na criação de empresas de fachada para lavagem de dinheiro obtido com os golpes, em Cuiabá.

De acordo com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), responsável pelas investigações, Eduardo usava seu conhecimento técnico para fabricar centenas de CNPJs e viabilizar golpes de e-commerce em todo o país.

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Nas redes sociais, ele se apresentava como contador digital especializado em dropshipping (modelo de comércio eletrônico no qual o vendedor não mantém estoque próprio. Em vez disso, ele atua como intermediário entre o fornecedor e o consumidor final) e iGaming (segmento de jogos de azar pela internet). Além disso, ele ostenta uma vida luxuosa com várias viagens internacionais e Pix recebidos possivelmente dos golpes aplicados. 

Durante as investigações, foram identificadas 310 empresas abertas pelo investigado entre os anos de 2020 e 2024, das quais 182 já estavam baixadas ou suspensas, chamando atenção para o fato que quase todas estavam registradas no mesmo endereço.

Entretanto, foi verificado que o tal endereço na verdade funcionava uma sala comercial sem qualquer identificação, embora servisse de sede para empresas ativas no papel.

O esquema

Para praticar os golpes, ele criava CNPJs em nome de “laranjas”, geralmente jovens de baixa renda, residentes fora de Mato Grosso, para servirem de fachada.

Os CNPJs eram usados para registrar sites de e-commerce falsos, de diferentes segmentos como brinquedos, roupas e roupas masculinas, entre outros.

Os sites eram impulsionados com anúncios patrocinados nas plataformas digitais. Em um dos casos, os criminosos clonaram o site da loja de uma marca famosa no ramo de cosméticos para enganar clientes.

Vítimas de diversos lugares do país, identificadas no inquérito, compravam os produtos, pagavam via Pix ou cartão, mas nunca recebiam as mercadorias. Os sites acumulavam diversas reclamações no “Reclame Aqui”.

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