O mercado físico do boi gordo apresentou algumas tentativas de compra em patamares mais baixos nesta quinta-feira (15).
Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos mantêm suas escalas de abate posicionadas entre sete e oito dias úteis na média nacional.
“O destaque da semana está no comportamento da demanda dos Estados Unidos. A cota designada ao Brasil de 52 mil toneladas já foi preenchida em tempo recorde. No entanto, mesmo fora da cota, o Brasil é altamente competitivo no mercado norte-americano, com grande potencial de exportação em 2026″, afirma.
Preços médios do boi gordo
- São Paulo: R$ 316,50 — ontem: R$ 317,33
- Goiás: R$ 310,36 — R$ 311,61
- Minas Gerais: R$ 312,35 — R$ 313,53
- Mato Grosso do Sul: R$ 306,25 — R$ 306,48
- Mato Grosso: R$ 294,08 — R$ 294,08
Mercado atacadista
O mercado atacadista sustentou preços acomodados durante a semana. No entanto, os preços tendem a recuar no restante do mês, salienta Iglesias.
“Durante a segunda quinzena do mês, com a demanda menos aquecida os preços tendem a recuar, com a população priorizando o consumo de proteínas mais acessíveis. Esse é o padrão comum de consumo previsto para o primeiro trimestre”, observa.
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Outro ponto a ser mencionado é que os preços das proteínas concorrentes apresentaram queda contundente na primeira quinzena do mês.
- Quarto traseiro: precificado a R$ 26,40 por quilo;
- Quarto dianteiro: ainda é cotado a R$ 19,00 por quilo;
- Ponta de agulha: permanece no patamar de R$ 17,50 por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,62%, sendo negociado a R$ 5,3670 para venda e a R$ 5,3650 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3545 e a máxima de R$ 5,4050.
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