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Família de Marielle acompanhará no STF julgamento dos acusados de mandar assassinar vereadora | Política

Familiares de Marielle Franco (Psol) acompanharão no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento dos acusados de serem os mandantes do assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Há cadeiras reservadas na sala da Primeira Turma da Corte para a irmã de Marielle, Anielle Franco, que também é ministra da Igualdade Racial, e outros familiares das duas vítimas, incluindo pai, mãe e sobrinha.

O colegiado reservou três sessões para analisar o caso, duas na terça-feira (24) e uma na quarta-feira (25).

No sábado (21), os familiares também estiveram na Igreja da Penha, na capital fluminense, para rezar uma missa em homenagem a Marielle e Anderson. “Seguimos com fé, coragem e compromisso, atravessando esse tempo com a certeza de que a justiça por Marielle e Anderson é um marco histórico que o país precisa viver”, escreveu o Instituto Marielle Franco em seu perfil no Instagram.

A Primeira Turma analisará a conduta de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ); do irmão dele, Chiquinho Brazão, ex-deputado federal; e de Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio. Eles são acusados de serem os mandantes do assassinato de Marielle e Anderson.

Também serão julgados Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar do Rio, e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão, acusados de terem participado do crime.

A Justiça do Rio de Janeiro condenou em 2024 os executores do assassinato, os ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, que confessaram os crimes. Eles foram condenados, respectivamente, a 78 anos e 9 meses de prisão; e 59 anos e 8 meses de prisão, além do pagamento de uma indenização e multa aos familiares das vítimas.

Eles firmaram acordos de colaboração premiada naquele mesmo ano, quando o caso já estava federalizado e no STF. As declarações à Justiça apontaram os irmãos Brazão e Rivaldo como os supostos mandantes do crime. A motivação, segundo Lessa, seria a grilagem de terras em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio.

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