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Justiça bloqueia 257 carrões ligados ao PCC, mas só 10 são apreendidos

Dos 257 carros de luxo bloqueados durante a primeira fase da Operação Falso Mercúrio, que investiga um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), apenas 10 veículos foram apreendidos pela Polícia Civil de São Paulo.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a primeira fase da operação foi concluída com a decretação de sete prisões preventivas. Dois dos suspeitos foram presos e outros cinco segue foragidos.

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Operação do Deic buscou desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC
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Operação do Deic buscou desarticular um esquema de lavagem de dinheiro do PCC

Enzo Marcus/ Metrópoles

Apesar de 10 carros apreendidos, 257 veículos foram bloqueados
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Apesar de 10 carros apreendidos, 257 veículos foram bloqueados

Enzo Marcus/ Metrópoles

Carrões apreendidos em operação do DEIC
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Carrões apreendidos em operação do DEIC

Enzo Marcus/ Metrópoles

Os carros são suspeitos de ter ligação com o PCC
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Os carros são suspeitos de ter ligação com o PCC

Enzo Marcus/ Metrópoles

Dos carros apreendidos, a secretaria afirmou que entre eles estão cinco Porsches e um Audi RS6, este último avaliado em cerca de R$ 1,3 milhão.


Operação contra lavagem de dinheiro do PCC

  • A Operação Falso Mercúrio foi deflagrada na manhã de 4 de dezembro para combater uma “estrutura sofisticada” para lavar dinheiro de diversos crimes, como tráfico e drogas, estelionato e jogos de azar, para o PCC.
  • Essa rede operava com três núcleos principais: coletores, responsáveis por arrecadar os valores ilícitos; intermediários, encarregados de movimentar e ocultar os recursos; e beneficiários finais, que recebiam o dinheiro já legitimado. Cada um deles com funções distintas e estruturadas para fazer com que o esquema funcionasse, segundo a pasta.
  • Na época, a Justiça determinou o sequestro de 49 imóveis, três embarcações e 257 veículos que estão em nome dos investigados. Pelo menos 20 pessoas físicas e outras 37 jurídicas tiveram as contas bloqueadas.

Olheiro do caso Gritzbach

Ao longo das investigações, as autoridades constataram que Kauê do Amaral Coelho, suspeito de atuar como olheiro no assassinato do empresário Vinicius Gritzbach, recebia dinheiro de empresas investigadas na operação.

Em uma coletiva de imprensa, o delegado do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), Ronaldo Sayeg, afirmou que duas empresas investigadas efetuavam depósitos para outro suspeito que, na sequência, repassava o dinheiro para o Kauê.

“Nós visualizamos as movimentações financeiras, especificamente de duas empresas, que efetuaram depósitos para o Mateus que, por sua vez, efetuava depósitos para o Kauê”, explicou Sayeg.

O olheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) não fazia parte do esquema, mas as transferências comprovaram o envolvimento da organização criminosa com a facção. O responsável por realizar os depósitos para Kauê é Matheus Soares Brito, preso e também acusado de envolvimento no assassinato de Gritzbach. O nome das empresas não foi divulgado.

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