A manutenção do discurso de que a Selic precisa ficar parada por um período prolongado durante as reuniões da última semana do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial reforçaram a percepção de que o Banco Central do Brasil é, no momento, o mais “hawkish” (conservador, favorável a juros mais altos) entre as principais autoridades monetárias do mundo.
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