Sua presença em cena dura pouco mais de 15 minutos, mas a forte impressão que provoca persiste por horas. Aos 85 anos, Walderez de Barros segura um conjunto de três papéis nos quais estão as palavras de seu monólogo, que ela transforma, com voz poderosa, em uma sequência verborrágica de tirar o fôlego. Trata-se da reta final do espetáculo “Medea”, clássica tragédia dirigida por Gabriel Villela, que estreia no Teatro Anchieta, do Sesc Consolação, em São Paulo.
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