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Reunião no BC tratou de mudanças no FGC, mas bancos saíram com lição de casa para Master | Finanças

A reunião no Banco Central nesta tarde, entre o presidente Gabriel Galípolo e os CEOs de Itaú, Bradesco, Santander e BTG, além do presidente do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), tratou principalmente sobre eventuais mudanças nas regras do fundo. Os representantes das principais financeiras também saíram com a missão de analisar a compra do pedaço do Banco Master que não foi adquirida pelo Banco de Brasília (BRB).

Segundo o Valor apurou, foram discutidas possíveis alterações na Resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) nº 4.222, que é uma das principais que trata do funcionamento do fundo.

Conforme o Valor mostrou esta semana, os grandes bancos querem apertar as regras de captação para instituições médias e pequenas que dependem muito da garantia do fundo. As discussões começaram no ano passado, mas o mercado já estava de olho na situação do Master, que na sexta-feira anunciou um acordo para ser comprado pelo BRB.

No fim de 2023 o BC já tinha apertado as regras do FGC. A instituição financeira que ultrapassar 75% da captação garantida pelo fundo paga uma contribuição adicional, de 0,01% sobre o valor dos depósitos garantidos. Agora, os grandes bancos querem que esse teto caia para 50% e que a alíquota da contribuição adicional suba para 0,10%.

“Foi uma reunião de trabalho, uma oportunidade de colocar todo mundo junto na mesma sala, mas não se decidiu nada”, diz um interlocutor. No comunicado pós encontro, o BC disse que a reunião serviu “para abordar temas atuais e especialmente para conciliar as agendas dos participantes”.

Outra fonte com conhecimento das discussões disse que o caso Master também foi debatido. A proposta na mesa é que o BRB, que já anunciou um acordo para ficar com 58% do capital do Master, fique com uma parte – especialmente de varejo – e que o BTG compre uma fatia do que sobrar. Nessa parte segregada que não vai para o BRB, Itaú, Bradesco e Santander também poderiam entrar de alguma forma, com apoio do FGC.

“Os bancos privados saíram com o objetivo de avaliar a compra da parte que não seria adquirida pelo BRB. O BTG ficaria mais com os precatórios e outros bancos comprariam outras partes“, comenta o executivo citado acima.

Se alguma solução for envolver o FGC, ele poderia fornecer algum tipo de empréstimo emergencial para o Master, ou dar garantias para os bancos que eventualmente comprarem ativos do Master. Ainda assim, o controlador do Master, Daniel Vorcaro, teria de aceitar, não há uma imposição.

A missão do Banco Central do Brasil — Foto: Raphael Ribeiro/BCB

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