O prefeito Abilio Brunini (PL) descartou qualquer vínculo direto entre a cobrança do IPTU e a existência de asfalto nas ruas, ao rebater críticas sobre bairros ainda não pavimentados. Segundo ele, o imposto está relacionado ao conjunto de serviços públicos ofertados pelo município, como coleta de lixo, abastecimento de água, saúde e educação, e não gera obrigação legal de isenção em áreas sem pavimentação.
“O IPTU não é vinculado ao asfalto, vamos deixar isso claro”, disse Abilio. De acordo com o prefeito, mesmo em bairros onde as ruas não são asfaltadas, a população continua tendo acesso a serviços essenciais. “No bairro que não tem asfalto, tem coleta de lixo, tem fornecimento de água, tem oferta para as crianças na creche e atendimento à saúde”, pontuou.
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Abilio também descartou a possibilidade de descontos proporcionais ao estado das vias. “Não existe essa relação de ‘se minha rua tiver buraco, vai cobrar 50%’. Até porque nós vamos ter que tampar aquele buraco”, afirmou. Para ele, a isenção do IPTU em ruas sem asfalto não é uma obrigação legal do município, mas uma escolha política.
Segundo o prefeito, a isenção temporária faz parte de uma estratégia de amortecimento até a chegada da pavimentação. “É uma política para mostrar para essas pessoas que nós vamos asfaltar. E asfaltando, o lugar vai valorizar e, o IPTU também aumenta”, explicou.
Abilio destacou ainda que a Prefeitura garantiu cerca de R$ 120 milhões para investimentos em pavimentação urbana, com obras previstas para bairros historicamente esquecidos, como São Francisco e Passaredo. O cronograma, segundo ele, se estende até 2028, com a meta de entregar Cuiabá “com o máximo de asfalto possível”.
“Então aproveite o período que está com IPTU reduzido, porque no ano que vem a gente já quer ter asfalto na sua rua e o IPTU cobrando”, concluiu o prefeito.
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